Liturgia Diária

‹Maio 2042›
DOMSEGTERQUAQUISEXSAB
123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

Cor litúrgica: Verde

6ª feira da 30ª Semana do Tempo Comum

30/10/2026

1ª Leitura Fl 1,1-11

Primeira Leitura (Fl 1,1-11)

Início da carta de São Paulo aos Filipenses.

1Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus que estão em Filipos, com os seus bispos e diáconos: 2graça e paz a vós da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo. 3Dou graças ao meu Deus todas as vezes que me lembro de vós. 4Sempre, em todas as minhas orações, rezo por vós, com alegria, 5por causa da vossa comunhão conosco na divulgação do Evangelho, desde o primeiro dia até agora. 6Tenho a certeza de que aquele que começou em vós uma boa obra há de levá-la à perfeição até o dia de Cristo Jesus. 7É justo que eu pense assim a respeito de vós todos, pois a todos trago no coração, porque, tanto na minha prisão como na defesa e confirmação do Evangelho, participais na graça que me foi dada. 8Deus é testemunha de que tenho saudade de todos vós, com a ternura de Cristo Jesus. 9E isto eu peço a Deus: que o vosso amor cresça sempre mais, em todo o conhecimento e experiência, 10para discernirdes o que é o melhor. E assim ficareis puros e sem defeito para o dia de Cristo, 11cheios do fruto da justiça que nos vem por Jesus Cristo, para a glória e o louvor de Deus.

Palavra do Senhor.

Graças a Deus.

Salmo Sl 110(111)

Responsório Sl 110(111)

Grandiosas são as obras do Senhor!

Grandiosas são as obras do Senhor!

– Eu agradeço a Deus de todo o coração junto com todos os seus justos reunidos! Que grandiosas são as obras do Senhor, elas merecem todo o amor e admiração!
– Que beleza e esplendor são os seus feitos! Sua justiça permanece eternamente! O Senhor bom e clemente nos deixou a lembrança de suas grandes maravilhas.
– Ele dá o alimento aos que o temem e jamais esquecerá sua Aliança. Ao seu povo manifesta seu poder, dando a ele a herança das nações.

Evangelho Lc 14,1-6

Evangelho (Lc 14,1-6)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

Glória a vós, Senhor.

1Aconteceu que, num dia de sábado, Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus. E eles o observavam. 2Diante de Jesus, havia um hidrópico. 3Tomando a palavra, Jesus falou aos mestres da Lei e aos fariseus: “A Lei permite curar em dia de sábado ou não?” 4Mas eles ficaram em silêncio. Então Jesus tomou o homem pela mão, curou-o e despediu-o. 5Depois lhes disse: “Se algum de vós tem um filho ou um boi que caiu num poço, não o tira logo, mesmo em dia de sábado?” 6E eles não foram capazes de responder a isso.

Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor.

RESPOSTA RÁPIDA

Num sábado, Jesus foi comer na casa de um chefe dos fariseus, e todos o vigiavam. Diante dele estava um homem doente. Jesus perguntou se a Lei permitia curar no sábado, ninguém respondeu, e Ele curou o homem. Depois perguntou quem não tiraria do poço um filho caído ali no sábado. De novo, silêncio.


Irmãos e irmãs, sejam bem-vindos à reflexão do evangelho de hoje, sexta-feira, 30 de outubro, sobre mais uma cura no sábado, desta vez no meio de um jantar.

Com essa cura no sábado, Jesus quis dizer que o bem não precisa pedir licença ao relógio, e que quando a dor é de alguém que a gente ama, ninguém espera o dia certo para socorrer.

E existe uma segunda lição, mais incômoda, escondida no comportamento de quem estava à mesa.

Duas vezes Jesus fez uma pergunta direta.

E duas vezes ninguém teve coragem de responder.


Onde Estamos Nesta História

Esta é a segunda cura no sábado que lemos nesta mesma semana.

Na segunda-feira, dia 26, Jesus endireitou a mulher que estava encurvada havia dezoito anos, numa sinagoga. O chefe da sinagoga ficou furioso, e Jesus respondeu lembrando que todos soltavam o boi do curral para levá-lo à água no sábado.

Agora a cena da cura no sábado é outra.

Não é sinagoga. É uma casa. E não uma casa qualquer: a de um dos chefes dos fariseus.

Lucas é o evangelista que mais mostra Jesus à mesa. E é o único que registra três refeições dele na casa de fariseus.

A primeira foi com um fariseu chamado Simão, quando uma mulher pecadora entrou e lavou os pés de Jesus com lágrimas.

A segunda foi aquele jantar que lemos entre os dias 13 e 15 de outubro, quando Jesus não lavou as mãos de propósito e falou do copo limpo por fora.

E agora a terceira.

Repare num detalhe: depois de tudo o que aconteceu no segundo jantar, Jesus continuou aceitando convite para comer na casa de fariseus.

Ele não cortou relação com ninguém, nem com quem o esperava para flagrar uma cura no sábado.


Eles o Observavam

Logo no primeiro versículo, Lucas coloca uma frase curta e pesada: e eles o observavam.

Não é olhar de curiosidade. Lucas usa um verbo de vigilância, de quem fica de olho esperando um deslize, como uma cura no sábado.

Pense na situação.

Jesus está sentado à mesa de alguém importante, comendo, num dia de descanso. E todos os olhares da sala estão nele, prontos para registrar qualquer coisa que possa ser usada depois.

E Ele foi mesmo assim.

Aceitou o convite sabendo, ou pelo menos imaginando, o que o esperava ali.

A cura no sábado tem uma lição para quem vive cercado de olhares que só esperam um erro.

O ambiente de trabalho onde todo mundo comenta tudo. A família onde cada passo seu vira assunto. A comunidade onde alguém sempre está pronto para apontar.

Jesus não deixou de ir. E também não deixou de fazer o bem por estar sendo vigiado.


O Homem Que Estava Diante Dele

Então o texto diz que, diante de Jesus, havia um homem doente.

O Evangelho usa uma palavra antiga para a doença dele: hidrópico.

Em linguagem simples, era alguém com o corpo todo inchado por causa de líquido acumulado. Hoje sabemos que esse tipo de inchaço costuma estar ligado a problemas graves no coração, nos rins ou no fígado.

A pessoa fica pesada, cansada, com falta de ar. E o inchaço é visível. Não dá para esconder.

E aí surge uma pergunta que o texto não responde.

O que aquele homem estava fazendo ali?

Não era comum um doente assim estar diante do convidado de honra num jantar importante, justo num dia em que uma cura no sábado seria polêmica.

Existem duas explicações possíveis, e é honesto apresentar as duas.

Pode ter entrado sozinho. As casas daquela época eram mais abertas do que as nossas, e não era raro alguém entrar para ver o convidado ou pedir alguma coisa. No primeiro jantar com fariseus, uma mulher entrou e se ajoelhou aos pés de Jesus.

Pode ter sido colocado ali de propósito. Como teste. Para ver se Jesus faria uma cura no sábado diante de testemunhas qualificadas.

O texto não diz qual das duas.

Mas a palavra diante dele e o fato de todos o vigiarem tornam a segunda hipótese bem possível.


A Pergunta Que Ninguém Respondeu

Jesus não espera ser acusado. Ele toma a iniciativa.

Vira-se para os mestres da Lei e os fariseus e pergunta: a Lei permite curar em dia de sábado, ou não?

É uma pergunta direta sobre a cura no sábado, de sim ou não, feita justamente para os especialistas no assunto.

Eles ficaram em silêncio.

Pense no porquê.

Se dissessem que sim, perdiam o motivo para acusá-lo.

Se dissessem que não, ficavam com cara de quem prefere deixar um homem sofrer a quebrar uma regra, diante do próprio doente.

Então escolheram não dizer nada.

E esse silêncio fala muito.

Não era silêncio de quem está pensando. Era silêncio de quem não quer se comprometer, de quem prefere esperar para ver o que o outro faz e depois julgar.

Esse tipo de silêncio existe até hoje.

É o silêncio de quem vê uma injustiça no trabalho e não abre a boca. De quem percebe alguém sendo humilhado numa roda e fica quieto. De quem sabe o que é certo, mas prefere não se expor.

Calar diante do mal, como fizeram diante da cura no sábado, não é neutralidade. É uma escolha.


Pela Mão, Curou e Mandou Para Casa

Diante do silêncio, Jesus faz a cura no sábado.

O texto descreve três gestos em sequência, e cada um merece atenção.

Tomou o homem pela mão. Tocou nele. Num corpo inchado e doente, que talvez pouca gente tocasse.

Curou-o. Sem discurso, sem plateia preparada, sem esperar autorização de ninguém.

E despediu-o. Mandou o homem embora.

Esse terceiro gesto é o mais bonito e o que menos se nota.

Jesus não deixou o homem ficar ali, no meio da sala, como prova viva do milagre para encerrar a discussão.

Não o usou como argumento.

Mandou-o para casa, longe dos olhares que vigiavam, longe do debate dos especialistas.

Aquele homem não era peça de uma discussão. Era uma pessoa, e foi tratado como pessoa.

Existe um aviso aqui para todos nós: é muito fácil usar o sofrimento dos outros como munição em discussão. Em política, em briga de família, em debate na internet.

Na cura no sábado, Jesus curou e protegeu a dignidade de quem foi curado.


O Filho Que Caiu no Poço

Só depois de mandar o homem para casa, Jesus explica.

E faz uma segunda pergunta: se algum de vós tem um filho ou um boi que caiu num poço, não o tira logo, mesmo em dia de sábado?

Agora compare com o argumento da outra cura no sábado, a da segunda-feira.

Na cura da mulher encurvada, o exemplo foi o boi solto do curral para beber água. Uma necessidade comum, de rotina.

Hoje o exemplo é mais forte: um filho caído num poço.

Não é rotina. É emergência.

E não é um animal. É o seu filho.

Pense nisso de verdade. Se o seu filho caísse num buraco agora, você ia olhar o calendário? Ia conferir se é domingo? Ia perguntar a alguém se pode?

Ninguém faria isso. Todo mundo correria na hora.

E o argumento de Jesus para a cura no sábado é exatamente esse: aquele homem doente era filho de alguém. Era filho de Deus. Merecia a mesma urgência que vocês dariam ao próprio filho.

E eles não foram capazes de responder.

Pela segunda vez, silêncio.


A Sede Que Não Passa

Existe um detalhe sobre aquela doença que ajuda a entender o que vem a seguir.

Quem sofre desse tipo de inchaço costuma sentir muita sede. O corpo está cheio de líquido e mesmo assim pede mais.

Na Antiguidade, escritores já usavam essa doença como imagem da ganância: quanto mais o doente bebe, mais sede sente.

E é curioso o que acontece logo depois desta cura no sábado, no mesmo jantar.

O Evangelho de amanhã continua nessa mesma mesa. Jesus percebe que os convidados estão disputando os primeiros lugares, cada um querendo sentar mais perto do anfitrião.

Gente cheia de prestígio querendo mais prestígio.

Uma sede que não passa, sentada em volta da mesa.

Depois da cura no sábado, o homem foi para casa. Os que vigiavam continuaram lá, com uma doença bem mais difícil de enxergar.


A Cura no Sábado e a Lei Que Esquece Para Que Serve

É importante dizer uma coisa com cuidado.

Jesus não estava contra o sábado. Ele mesmo frequentava a sinagoga e respeitava o dia de descanso.

O problema não era a Lei. Era um jeito de interpretá-la que fazia da cura no sábado um escândalo, esquecendo para que ela existia.

Na reflexão do dia 26, lembramos que o Deuteronômio liga o sábado à libertação da escravidão no Egito. O dia de descanso existe para lembrar que Deus liberta.

Uma cura no sábado não era desrespeito ao dia santo. Era o dia santo cumprindo o seu sentido.

E isso vale para qualquer regra religiosa.

Toda norma da Igreja existe para servir a vida das pessoas e a relação delas com Deus. Quando uma regra começa a ser usada para deixar alguém sofrendo sem necessidade, alguma coisa se perdeu no caminho.

Isso não significa que as regras não importam. Significa que elas têm uma finalidade, e que essa finalidade nunca é deixar um filho caído no poço.

Toda cura no sábado conta a mesma história: para Deus, a pessoa vem antes do relógio. E cada vez que você socorre alguém sem esperar o dia certo, repete a cura no sábado do seu jeito.


As Lições do Evangelho de Hoje

👀 Eles o vigiavam a refeição inteira, e Jesus foi mesmo assim.

🍽️ É a terceira vez em Lucas que Jesus come na casa de um fariseu. Ele não cortou relação.

❓ Não sabemos se o doente foi colocado ali como teste. O texto deixa a pergunta aberta.

🤐 Duas perguntas, dois silêncios. Calar diante do mal não é neutralidade.

🤝 Tomou pela mão, curou e mandou para casa. Não usou o homem como argumento.

🕳️ O boi indo beber virou o filho caído no poço. O argumento subiu de rotina para emergência.

💧 Na Antiguidade, essa doença era imagem da ganância, e amanhã o jantar mostra a disputa por lugares.


Como Viver o Evangelho de Hoje

Algumas maneiras concretas de viver a cura no sábado nesta semana.

Faça o bem mesmo sendo vigiado. Se você está num ambiente onde tudo o que você faz vira comentário, não deixe isso decidir o seu comportamento.

Quebre um silêncio. Existe uma injustiça que você vê e sobre a qual ninguém fala. Fale, com calma e com respeito, mas fale.

Pare de usar o sofrimento dos outros como argumento. Em discussão política, em briga de família, em post de internet. Gente não é munição.

Dê urgência de filho. A lição da cura no sábado é essa: trate o sofrimento de quem está perto como se fosse do seu filho.

Revise as suas regras. Existe alguma norma que você cobra dos outros que está servindo para deixar alguém sofrendo sem necessidade?

Perguntas para você levar

Separe cinco minutos hoje e responda sozinho, com sinceridade:

1. Em que lugar da minha vida eu me sinto vigiado? Isso tem me impedido de fazer o bem?

2. Qual foi a última vez que eu fiquei calado diante de algo errado? Por quê?

3. Eu já usei a dor de alguém para vencer uma discussão?

4. Como na cura no sábado, existe alguém sofrendo perto de mim que eu venho deixando para depois?

5. Qual regra eu defendo com tanta força que esqueço para que ela serve?

6. Que sede minha não passa nunca, por mais que eu tente saciar?


Leia também: Liturgia Diária e Evangelho do Dia 26 de Outubro: A Mulher Encurvada

Leia também: Liturgia Diária e Evangelho do Dia 13 de Outubro: Limpar o Copo Por Fora


Oração do Dia

Senhor Jesus, Vós sentastes à mesa de quem Vos vigiava, e comestes com eles mesmo assim.

Não deixastes de ir por medo dos olhares. Não deixastes de fazer o bem por saber que estavam esperando o vosso erro.

Dai-me essa coragem tranquila.

Porque eu deixo de fazer muita coisa boa por causa do que vão pensar. E deixo de dizer muita coisa verdadeira por medo de me comprometer.

Perdoai os meus silêncios, Senhor.

O silêncio diante da piada que humilhava alguém. O silêncio diante da injustiça no trabalho. O silêncio na reunião em que eu sabia o que era certo e preferi esperar para ver de que lado os outros iam ficar.

E ensinai-me o vosso jeito de cuidar.

Como na cura no sábado: tomar pela mão, curar sem espetáculo e mandar para casa com dignidade, sem transformar a dor de ninguém em troféu ou argumento.

Dai-me olhos de pai e de mãe para enxergar quem caiu no poço perto de mim. E que eu corra, sem olhar para o calendário.

E curai também a minha sede que não passa. A sede de ser notado, de ter mais, de sentar no lugar mais alto. Que eu me contente com estar à vossa mesa.

Amém.


Perguntas Frequentes

O que significa a cura no sábado deste Evangelho?

É o episódio em que Jesus, durante um jantar na casa de um chefe dos fariseus, cura um homem doente num dia de descanso. Ele pergunta se a Lei permite curar no sábado, ninguém responde, e Ele realiza a cura.

O que era um homem hidrópico?

Alguém com o corpo inchado por acúmulo de líquido. Hoje esse tipo de inchaço costuma estar ligado a problemas graves no coração, nos rins ou no fígado, causando cansaço, peso e falta de ar.

O doente foi colocado ali como armadilha?

O texto não esclarece. É possível que tenha entrado sozinho, já que as casas eram mais abertas, mas também é possível que tenha sido colocado diante de Jesus para testá-lo, já que todos o vigiavam.

Por que os fariseus ficaram em silêncio?

Porque qualquer resposta os comprometia. Dizer que sim tirava o motivo da acusação. Dizer que não os fazia parecer insensíveis diante do próprio doente. Preferiram não se posicionar.

Qual a diferença para a cura da mulher encurvada?

As duas aconteceram no sábado. Na cura da mulher, Jesus lembrou o boi levado para beber água, uma necessidade de rotina. Aqui, falou de um filho caído num poço, uma emergência que ninguém deixaria para o dia seguinte.

Jesus era contra o sábado?

Não. Ele frequentava a sinagoga e respeitava o dia de descanso. O que Ele questionava era a interpretação que esquecia a finalidade da Lei, já que o sábado estava ligado à memória da libertação.


Como Explicar o Evangelho de Hoje Para as Crianças

Para contar em casa ou na catequese, com criança a partir de 5 anos.

Jesus foi jantar na casa de um homem muito importante.

Era dia de descanso, aquele dia em que ninguém podia trabalhar.

E sabe o que estava acontecendo? Todo mundo na mesa ficava olhando para Jesus, só esperando Ele fazer alguma coisa errada.

Aí apareceu um moço doente. O corpo dele estava todo inchado, cheio de água. Ele ficava cansado e sem fôlego.

Jesus olhou para os homens importantes e perguntou se podia fazer uma cura no sábado, o dia de descanso.

Ninguém respondeu nada. Ficaram todos quietinhos.

Aí Jesus pegou o moço pela mão, curou ele e falou: pode ir para casa!

E depois Jesus fez outra pergunta:

Se o filho de vocês caísse num buraco fundo, vocês iam esperar o dia seguinte para tirar ele de lá?

Claro que não! A gente ia correr na hora!

E Jesus explicou: então por que esse moço doente tinha que esperar?

Sabe o que isso ensina?

Que a cura no sábado mostra uma coisa: ajudar quem está precisando é sempre certo, em qualquer dia, em qualquer hora.

E que quando alguém está sendo maltratado, a gente não pode ficar quietinho.

Para conversar com a criança

Pergunte depois de contar:

  • O que você faria se visse um amigo cair e se machucar no recreio?
  • Você já ficou quieto quando viu alguém sendo zoado? Como se sentiu?
  • Por que Jesus pegou o moço pela mão?

Uma atividade simples

Brinquem de levantar quem caiu.

Uma pessoa senta no chão e a outra estende a mão para ajudar a levantar, devagar e com cuidado.

Depois troquem de lugar.

Expliquem que Jesus fez exatamente isso: pegou pela mão. E combinem que esta semana a criança vai estender a mão para ajudar alguém que precisar, na escola ou em casa.


👉 Clique aqui e leia o capítulo inteiro do evangelho de hoje


Que Deus abençoe seu dia.


Programa de hoje na Rádio Barroso Mix

Bom Dia Galera

🎙️ Rhafael Henrique

⏰ Segunda a sexta, das 9h às 10h e das 11h às 12h30

O Evangelho de hoje mostra Jesus pegando um doente pela mão. Tem alguém doente na sua família? Durante o programa, rezamos ao vivo pelos pedidos dos ouvintes, com reflexão do evangelho, terço mariano e a consagração a Nossa Senhora Aparecida ao meio-dia. Mande o seu pedido e reze com a gente.

▶ OUVIR AO VIVO AGORA

Jesus em Primeiro Lugar · 24 horas por dia · radiocatolica.com.br

Orações e antífonas da Missa

Antífona de entrada

Exulte o coração que busca a Deus! Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai constantemente a sua face. (Cf. SI 104, 3-4)

Oração da coleta

Deus eterno e todo-poderoso, aumentai em nós a fé, a esperança e a caridade e, para merecermos alcançar o que prometeis, fazei-nos amar o que ordenais. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Oração sobre as oferendas

Olhai benigno, nós vos pedimos, Senhor, os dons que vos apresentamos, e nossa celebração seja, antes de tudo, para a vossa glória. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da comunhão

Nós nos alegraremos na vossa salvação e no nome do nosso Deus exultaremos. (Cf. Sl 19, 6)

Depois da comunhão

Os vossos sacramentos, Senhor, realizem o que significam, a fim de que um dia possamos entrar em plena posse do mistério que agora em ritos celebramos. Por Cristo, nosso Senhor.

Compartilhar no WhatsApp Facebook

Textos litúrgicos: Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Todos os direitos reservados.