Liturgia Diária

Fevereiro 2032
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Cor litúrgica: Verde

2ª feira da 22ª Semana do Tempo Comum

31/08/2026

1ª Leitura 1Cor 2,1-5

Primeira Leitura (1Cor 2,1-5)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.

1Irmãos, quando fui à vossa cidade anunciar-vos o mistério de Deus, não recorri a uma linguagem elevada ou ao prestígio da sabedoria humana. 2Pois, entre vós, não julguei saber coisa alguma, a não ser Jesus Cristo, e este crucificado. 3Aliás, eu estive junto de vós com fraqueza e receio e muito tremor. 4Também a minha palavra e a minha pregação não tinham nada dos discursos persuasivos da sabedoria, mas eram uma demonstração do poder do Espírito, 5para que a vossa fé se baseasse no poder de Deus e não na sabedoria dos homens.

Palavra do Senhor.

Graças a Deus.

Salmo Sl 118(119)

Responsório Sl 118(119)

Quanto eu amo, ó Senhor, a vossa lei!

Quanto eu amo, ó Senhor, a vossa lei!

– Quanto eu amo, ó Senhor, a vossa lei! Permaneço o dia inteiro a meditá-la.
– Vossa lei me faz mais sábio que os rivais, porque ela me acompanha eternamente.
– Fiquei mais sábio do que todos os meus mestres, porque medito sem cessar vossa Aliança.
– Sou mais prudente que os próprios anciãos, porque cumpro, ó Senhor, vossos preceitos.
– De todo mau caminho afasto os passos, para que eu siga fielmente as vossas ordens.
– De vossos julgamentos não me afasto, porque vós mesmo me ensinastes vossas leis.

Evangelho Lc 4,16-30

Evangelho (Lc 4,16-30)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 16veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado e levantou-se para fazer a leitura. 17Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 18“O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa-nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos 19e para proclamar um ano da graça do Senhor”. 20Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 21Então começou a dizer-lhes: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”.
22Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: “Não é este o filho de José?” 23Jesus, porém, disse: “Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum”. 24E acrescentou: “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25De fato, eu vos digo, no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. 27E no tempo do profeta Eliseu havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”. 28Quando ouviram essas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até o alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.

Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor.

⚡ RESPOSTA RÁPIDA: O evangelho do dia 31 de agosto de 2026 (Lc 4,16-30) narra a apresentação de Jesus na sinagoga de Nazaré. Ele lê um trecho do profeta Isaías, declara que aquela passagem se cumpriu naquele dia, e é inicialmente admirado. Quando cita exemplos de estrangeiros beneficiados por Deus, a admiração vira fúria e tentam despenhá-Lo.

O evangelho do dia 31 de agosto de 2026 fecha o mês com um dos textos mais importantes de todo o Evangelho de Lucas. É considerado o discurso programático de Jesus, aquele em que Ele define publicamente a própria missão.

Vale notar que a rejeição em Nazaré já apareceu na liturgia no fim de julho, mas naquela ocasião era a versão curta de Mateus. A versão de Lucas é bem mais longa e traz elementos que só existem aqui.

Nesta reflexão do evangelho do dia 31 de agosto de 2026 você vai descobrir onde exatamente Jesus interrompeu a leitura de Isaías e por que isso muda tudo, entender o que realmente provocou a fúria daquela gente, e ver o desfecho misterioso da cena.

Onde Estamos no Evangelho de Lucas

O evangelho do dia 31 de agosto de 2026 marca o início do ministério público de Jesus em Lucas. Ele acabara de ser batizado, passado quarenta dias no deserto, e agora volta à Galileia.

Lucas coloca esta cena logo no começo de propósito, embora cronologicamente ela talvez tenha acontecido depois. É a chave de leitura de todo o Evangelho: quem quiser entender o que Jesus veio fazer deve começar por aqui.

Repare no detalhe que o texto registra sobre o hábito de Jesus: conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado. A frase indica prática regular, e não visita ocasional.

E note também que Ele mesmo se levantou para fazer a leitura pública. Era prática comum que homens adultos da comunidade fossem convidados a ler e comentar a Escritura, e Jesus aceita esse convite na cidade onde cresceu.

Curiosidade: Jesus Parou a Leitura no Meio de Uma Frase

Aqui está o detalhe mais impressionante do evangelho do dia 31 de agosto de 2026, e ele é praticamente invisível para quem não conhece o texto original de Isaías.

Jesus lê a passagem: o Espírito do Senhor está sobre mim, porque me consagrou com a unção para anunciar a Boa-Nova aos pobres, para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista, para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor.

E então o texto registra: depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante e sentou-se.

Acontece que o versículo de Isaías não termina ali. A frase original continua, e a continuação é esta: e o dia da vingança do nosso Deus.

Ou seja: Jesus leu até ano da graça, parou no meio da frase, fechou o rolo e sentou-se. Deixou de fora, deliberadamente, a menção ao dia da vingança.

Esse detalhe é enorme. Numa cultura em que os presentes conheciam Isaías praticamente de cor, aquele silêncio foi ouvido por todo mundo na sinagoga. Todos perceberam onde Ele parou.

E o evangelho do dia 31 de agosto de 2026 registra a reação imediata: todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. Aquele silêncio criou uma tensão que o texto descreve com precisão.

O que Jesus estava dizendo com esse corte? Que a missão dele, naquele momento, era proclamar graça e não vingança. O juízo existe e Ele falará dele em outros momentos, mas não é isso que veio inaugurar agora.

Para a sua vida: se você carrega uma imagem de Deus mais preocupado em punir do que em libertar, o evangelho do dia 31 de agosto de 2026 mostra Jesus escolhendo pessoalmente onde parar a leitura.

Waldir Camilo, aposentado de uma cooperativa em Bom Sucesso, conta que cresceu ouvindo pregações que enfatizavam quase só castigo, e que passou décadas com medo de Deus em vez de confiança. Guarda até hoje, dentro da Bíblia que ganhou já idoso, um papel com a referência deste texto de Lucas anotada, e diz que foi aqui que ele começou a mudar a ideia que fazia de Deus.

Hoje Se Cumpriu

Depois do silêncio, Jesus fala: hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir.

Convém entender o tamanho dessa afirmação. Aquele texto de Isaías era lido havia séculos como profecia sobre alguém que viria. Jesus não diz que a profecia se cumprirá em breve: diz que se cumpriu naquele exato momento, ali.

A palavra hoje é característica de Lucas e aparece em momentos decisivos do Evangelho dele. É o mesmo hoje que o anjo usa em Belém, que Jesus dirá a Zaqueu, e que dirá ao bom ladrão na cruz.

A primeira reação foi positiva. O texto diz que todos davam testemunho a respeito dele, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca.

Mas a admiração vem acompanhada de uma pergunta que já indica o problema: não é este o filho de José? Eles reconheciam a beleza das palavras e ao mesmo tempo tentavam encaixá-Lo na categoria que já conheciam.

O Que Realmente Provocou a Fúria

Aqui está um ponto que muita gente entende errado sobre o evangelho do dia 31 de agosto de 2026. A revolta não começou com a afirmação de que a profecia se cumpriu nele.

Repare na sequência do texto. Depois do hoje se cumpriu, eles admiraram. A fúria explode apenas depois de Jesus citar dois exemplos do Antigo Testamento, e é aí que está a chave.

O primeiro exemplo é o do profeta Elias. Durante uma grande fome, havia muitas viúvas em Israel, e Deus enviou o profeta a uma única delas, que morava em Sarepta, na região de Sidônia. Ou seja, uma estrangeira, fora do povo eleito.

O segundo é o do profeta Eliseu. Havia muitos leprosos em Israel, e nenhum foi curado, exceto Naamã, que era sírio, general de um exército inimigo.

Jesus está dizendo, portanto, que a graça de Deus não é propriedade exclusiva de um povo, e que já na história antiga ela alcançou estrangeiros enquanto muitos de dentro ficaram de fora.

E é isso que provoca a fúria. Não foi a afirmação sobre a própria identidade: foi o universalismo. O evangelho do dia 31 de agosto de 2026 registra que, ao ouvirem essas palavras, todos na sinagoga ficaram furiosos.

Para a sua vida: existe algum grupo que você inconscientemente considera menos merecedor da graça de Deus? A reação daquela sinagoga sugere que essa é uma das verdades mais difíceis de aceitar.

Passando Pelo Meio Deles

O desfecho do evangelho do dia 31 de agosto de 2026 é violento e misterioso. Levantaram-se, expulsaram-No da cidade e O levaram até o alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-Lo no precipício.

Nazaré ficava numa elevação, e a tradição local identifica até hoje um lugar chamado Monte do Precipício, nas proximidades, associado a esse episódio.

Repare que aquela multidão era formada por vizinhos, conhecidos de infância e provavelmente parentes. Não eram autoridades religiosas de Jerusalém nem soldados romanos: era a gente da terra dele.

E então vem a frase final, curta e enigmática: Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.

O texto não explica como aquilo aconteceu. Não menciona nenhum milagre, não descreve fuga, não narra confronto algum. Simplesmente registra que Ele atravessou a multidão inteira e seguiu adiante.

Muitos comentadores leem aí um sinal importante: a hora Dele ainda não havia chegado, e nada aconteceria antes do tempo estabelecido pelo Pai. Aquela morte não seria naquele monte, nem daquele jeito, nem naquele dia.

O Programa de Toda a Missão

Vale olhar com atenção o conteúdo do texto que Jesus escolheu ler, porque ele funciona como um resumo antecipado de tudo o que o evangelho do dia 31 de agosto de 2026 e os capítulos seguintes vão narrar.

São quatro destinatários listados: os pobres recebem a Boa-Nova, os cativos recebem libertação, os cegos recuperam a vista e os oprimidos são postos em liberdade. Todos são categorias de gente em desvantagem.

E o Evangelho de Lucas cumpre exatamente essa lista ao longo do livro inteiro. Ele é o evangelista que mais registra encontros de Jesus com pobres, mulheres, samaritanos, publicanos, doentes e pecadores públicos.

A expressão final também é significativa. Ano da graça do Senhor remete ao ano jubilar previsto na Lei de Moisés, quando as dívidas eram perdoadas, os escravos libertados e as terras devolvidas às famílias originais.

Jesus anuncia, portanto, um jubileu que não termina. O evangelho do dia 31 de agosto de 2026 apresenta a missão dele como um tempo permanente de recomeço para quem estava endividado, escravizado ou sem terra.

Conexão com a Primeira Leitura de Hoje

A primeira leitura de hoje, da Primeira Carta aos Tessalonicenses, trata de uma preocupação concreta daquela comunidade. Alguns fiéis haviam morrido, e os que ficaram temiam que eles perdessem a participação na volta do Senhor.

São Paulo responde com uma das páginas mais consoladoras do Novo Testamento, pedindo que não se entristeçam como os que não têm esperança, e garantindo que os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.

A conexão com o evangelho do dia 31 de agosto de 2026 aparece no tema da inclusão. Paulo garante que ninguém fica de fora por ter partido antes, e Jesus afirma em Nazaré que a graça alcança inclusive quem estava fora do povo.

As duas leituras juntas ampliam o alcance da salvação: nem a morte nem a origem excluem alguém do plano de Deus.

Como Viver o Evangelho do Dia 31 de Agosto de 2026

O evangelho do dia 31 de agosto de 2026 pede aplicação concreta. Sugestão 1: examine a imagem de Deus que você carrega. Jesus escolheu parar a leitura antes da vingança, e isso diz muito sobre o que Ele veio inaugurar.

Sugestão 2: identifique algum grupo que você inconscientemente considera menos merecedor da misericórdia. Foi exatamente esse ponto que enfureceu a sinagoga.

Sugestão 3: imite o costume registrado no texto e mantenha a frequência regular à Missa, mesmo em semanas difíceis. Jesus ia à sinagoga conforme seu costume.

Sugestão 4: se você foi rejeitado justamente por quem deveria acolher, lembre que Jesus passou por isso na própria terra, entre conhecidos e parentes.

E a sugestão 5, que fecha o evangelho do dia 31 de agosto de 2026: leia hoje o texto completo de Isaías citado por Jesus, incluindo a parte que Ele deliberadamente não leu, para perceber o tamanho da escolha feita naquela sinagoga.

Oração do Evangelho do Dia 31 de Agosto de 2026

"Senhor Jesus, no evangelho do dia 31 de agosto de 2026 Tu fechas o livro antes da palavra vingança e anuncias um ano de graça. Corrige em mim toda imagem distorcida que eu tenha feito de Deus."

"Livrai-me, ó Pai, de considerar alguém menos merecedor da Vossa misericórdia, como fizeram os que ouviram Jesus naquela sinagoga."

"E quando eu for rejeitado por quem deveria me acolher, dai-me a serenidade de quem atravessa a multidão e continua o próprio caminho. Amém."

Para Levar o Evangelho do Dia no Coração

Uma frase do evangelho do dia 31 de agosto de 2026 para guardar:

"Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir."

Séculos de espera terminaram numa sinagoga pequena, diante de gente que não acreditou. É assim que o evangelho do dia 31 de agosto de 2026 registra o momento.

Resumo: 5 Lições do Evangelho do Dia 31 de Agosto de 2026

Antes das perguntas frequentes, guarde o essencial do evangelho do dia 31 de agosto de 2026 em cinco lições.

Primeira lição: Jesus interrompeu a leitura de Isaías no meio da frase, omitindo a menção ao dia da vingança, e todos na sinagoga perceberam onde Ele parou.

Segunda lição: a palavra hoje é característica de Lucas e aparece em momentos decisivos, indicando cumprimento imediato e não promessa futura.

Terceira lição: a fúria não começou com a afirmação sobre a própria identidade, e sim quando Jesus citou dois casos em que Deus beneficiou estrangeiros em vez de israelitas.

Quarta lição: quem tentou despenhá-Lo eram vizinhos, conhecidos de infância e provavelmente parentes, e não autoridades religiosas de fora.

Quinta lição: o desfecho é sóbrio e misterioso. Jesus atravessa a multidão e segue caminho, porque a hora Dele ainda não havia chegado.

Volte a essas lições sempre que precisar corrigir a própria imagem de Deus ou reconhecer preconceitos sobre quem merece a misericórdia.

Perguntas Frequentes Sobre o Evangelho do Dia 31 de Agosto de 2026

❓ Qual é o Evangelho do dia 31 de agosto de 2026?

É Lucas 4,16-30. Jesus lê Isaías na sinagoga de Nazaré, declara que a passagem se cumpriu naquele dia, e é rejeitado com fúria quando cita exemplos de estrangeiros beneficiados por Deus.

❓ Onde exatamente Jesus parou a leitura de Isaías?

Ele leu até a expressão ano da graça do Senhor e fechou o livro. A frase original de Isaías continua com e o dia da vingança do nosso Deus, parte que Ele deliberadamente não leu.

❓ Por que os moradores de Nazaré ficaram furiosos?

Não foi pela afirmação de que a profecia se cumpriu nele, que inicialmente causou admiração. A fúria veio quando Jesus citou Elias enviado a uma viúva estrangeira e Eliseu curando um general sírio.

❓ Este texto é igual ao lido em julho sobre Nazaré?

O episódio é o mesmo, mas as versões diferem. Mateus traz um relato curto, e Lucas acrescenta a leitura de Isaías, a declaração hoje se cumpriu, os exemplos de Elias e Eliseu e a tentativa de despenhá-Lo.

❓ Como Jesus escapou da multidão?

O texto apenas registra que, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho, sem explicar como. Muitos comentadores entendem que a hora dele ainda não havia chegado, e nada aconteceria antes do tempo certo.

Que o evangelho do dia 31 de agosto de 2026 corrija em você qualquer imagem de um Deus mais interessado em punir do que em libertar, e alargue o seu coração para quem você julgava de fora.

🌐 Saiba mais: Evangelho de Lucas capítulo 4 na Bíblia Católica

Que Deus abençoe seu dia.

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Acompanhe o Bom Dia Galera, de segunda a sexta, das 9h às 10h e das 11h às 12h30, com Rhafael Henrique.

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Orações e antífonas da Missa

Antífona de entrada

Piedade de mim, ó Senhor, porque clamo por vós todo o dia! Ó Senhor, vós sois bom e clemente, sois perdão para quem vos invoca. (Cf. Sl 85, 3. 5)

Oração da coleta

Deus onipotente, fonte de todo dom perfeito, semeai em nossos corações o amor ao vosso nome e, estreitando os laços que nos unem convosco, fazei crescer em nós o que é bom e guardai com amorosa solicitude o que nos destes. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Oração sobre as oferendas

Este santo sacrifício, Senhor, nos traga a perene bênção da salvação e vosso poder leve à plenitude o que celebramos no sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.

Antífona da comunhão

Como é grande, ó Senhor, a riqueza da vossa bondade, que reservais para aqueles que vos temem. (Cf. Sl 30, 20)

Depois da comunhão

Revigorados pelo pão da mesa celeste nós vos pedimos, Senhor, que este alimento da caridade fortifique os nossos corações e nos leve a vos servir nos irmãos. Por Cristo, nosso Senhor.

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